De acordo com Nietzsche (1844-1900) a História encaminhava-se para a produção do Super-homem, o qual devia assumir duas facetas:
- a besta loira
- um homem distinto
A "Besta Loira" significava aquela que nada temia e para a qual tudo era válido e permitido desde que dai resultasse algo de útil. Devia, por conseguinte, eliminar todos aqueles que parecessem fracos ou doentes. Face a isto a História nada mais era do que a narração dos feitos criminosos daqueles homens que essa mesma história havia canonizado.
O "Homem distinto" era aquele que tinha sangue nobre e se mantinha distante da plebe; aquele que se mostrava viril no sofrimento e por todos se sabia fazer respeitar.
O Super-homem significava pois o reforço absoluto da "morte de Deus", da qual emergiam, com todas as suas potencialidades, seres livres criadores de valores e formas de vida que contêm em si a força, a lucidez e a nobreza cujo princípio base é o "Eu Sou" seguido do "Eu Sou O Que Quero".
Apreciador da cultura clássica grega, Nietzsche procura uma aproximação deste seu Super-homem, possuidor de uma forte consciência heróica, aos herois trágicos, em que a força e a honra eram virtudes morais claramente distintivas.
Para Nietzsche a História era cíclica, na medida em que considerava que o homem a iria viver não uma, mas uma infinidade de vezes.
olá gostaria de ter ascesso aos dados sobre nietzsche e a concepção de Deus.
Afixado por: maycon gottardo em setembro 23, 2004 06:42 PM