setembro 23, 2003

DE NOVO EM TORNO DA HISTÓRIA E DA POSSIBILIDADE DE PRODUÇÃO POÉTICA: os poetas e os seus escritos. Os poetas e a Ditadura

A poesia foi em Portugal, como em muitos outros sítios, uma arma inequívoca e poderosíssima de actuação ou de pronunciação contra o regime ditatorial. Como o foi também a prosa, donde se destaca aquela inserida na denominada "Literatura Neo-Realista".
Por agora falemos só de poesia, chamando a atenção, em estilo de introdução, para aquela que foi alguma da produção de alguns dos nossos poetas.
O Estado Novo foi o visado. As políticas repressivas e os seus agentes, foram os alvos particulares. As condições de vida, a falta de liberdade e a luta do povo, os referenciados. O desejo de mudança, uma constante.
Porque no âmbito da História, a vertente da Cultura, reveste especial importância para a compreensão de uma totalidade mais alargada, sendo também o seu reflexo, deixamos então umas breves referências, susceptíveis de permanente complementar e enriquecimento.

Poetas e suas produções:

António Gedeão

- "Enquanto"

Sidónio Muralha

- "Soneto imperfeito da caminhada perfeita"

João Apolinário

- "É preciso avisar..."

José Carlos Ary dos Santos

- "Soneto escrito na morte de todos os antifascistas assassinados pela PIDE"

- "Não passam mais"

Mário Dionísio

- "Elegia ao companheiro morto"

Jorge de Sena

- "A cor da liberdade"

Miguel Torga

- "Não passarão"

Maria Teresa Horta

- "Mulher resistente"

Papiniano Carlos

- "Canção"

Sophia de Mello Breyner Andresen

- "Catarina Eufémia"

José Gomes Ferreira

- "Não trairei"

De todos estes poemas faremos reprodução em post posterior.

Publicado por sandra em setembro 23, 2003 09:15 PM
Comentários

ok. fico á espera dos poemas. abraço.

Afixado por: luis em setembro 23, 2003 11:27 PM