dezembro 28, 2003

A RELIGIÃO POPULAR PORTUGUESA: desenvolvimento das referências bibliográficas apresentadas (2)

Tal como fizemos em relação à obra referenciada anteriormente, editamos agora o conteúdo de:

ESPÍRITO SANTO, Moisés- A religião popular portuguesa. 2ª ed. Lisboa: Assírio & Alvim, 1990.

Capítulos constituintes:

- Capítulo I: PRESTÍGIO RELIGIOSO DO MEIO NATURAL
- Capítulo II: TEMPORALIDADE RELIGIOSA E TRABALHO AGRÍCOLA
- Capítulo III: IGREJAS E SANTUÁRIOS
- Capítulo IV: A GRANDE SENHORA DOS MONTES
- Capítulo V: É A ALDEIA QUE FAZ O SANTO
- Capítulo VI: A LIBERTAÇÃO PELA PALAVRA
- Capítulo VII: DO NASCIMENTO À MORTE
- Capítulo VIII: "A NOSSA RELIGIÃO E A DOS PADRES"

A RELIGIÃO POPULAR PORTUGUESA

Capítulo I: PRESTÍGIO RELIGIOSO DO MEIO NATURAL

- A origem sagrada da aldeia
- A aldeia é um espaço fechado e segurizante
- A montanha, refúgio de monstros
- Pedras fecundantes e grutas protectoras
- A água viva e os banhos santos
- Debaixo de cada rocha uma mãe seduz o filho
- Árvores maternas e árvores paternas
- Animais solares e animais lunares
- A serpente, uma divindade solidária das mulheres

Capítulo II: TEMPORALIDADE RELIGIOSA E TRABALHO AGRÍCOLA

- O tempo que degenera
- O sol-pai
- A festa do fogo
- A lua, potência envolvente
- O fim do mundo pelo fogo
- O calendário
- O ciclo da germinação ou a morte colectiva
- O ciclo da floração ou o despertar
- O ciclo das colheitas ou da partilha
- Cerimónias agrícolas e lazeres
- Ritos agrários
- Talassa- a mãe primordial

Capítulo III: IGREJAS E SANTUÁRIOS

- A igreja matriz
- A voz do sino
- O santuário

Capítulo IV: A GRANDE SENHORA DOS MONTES

- A senhora sai da terra
- A nostalgia da mãe
- A senhora mãe-Pátria
- A senhora dos pescadores é uma dolorosa
- A senhora dos montes no turbilhão
- A Imaculada Conceição: a mulher decaída

Capítulo V: É A ALDEIA QUE FAZ O SANTO

- A aldeia faz o seu santo
- Nome masculino e alma feminina
- Cultos singulares
- "Santos canonizados pelo povo"- a vítima e o ladrão
- O santo como refém
- As alegres romarias do norte

Capítulo VI: A LIBERTAÇÃO PELA PALAVRA

- "Nada se pode fazer sem palavras"
- "Eu sou a mulher, a benzedeira"
- A eficácia dos ritos verbais
- "Eu te degrado para as ondas do mar coalhado"
- "Tudo o que a mulher ligar está ligado"
- O espectro da mulher

Capítulo VII: DO NASCIMENTO À MORTE

- De uma mãe à outra
- Ritos e cerimónias mortuárias
- A reintegração na mãe
- Almas boas e espíritos maus

Capítulo VIII: "A NOSSA RELIGIÃO E A DOS PADRES"

- O pai ao serviço da mãe
- É o pastor que segue o rebanho
- A "greve da religião"
"Vós sereis como o menino que uma mãe consola"
- Todo o ser humano deve ter duas mães

Conclusão

Publicado por sandra em dezembro 28, 2003 02:42 PM
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